Duzentos e vinte estudantes da rede municipal de ensino participaram, nesta sexta-feira (08), da prova teórica da Olimpíada Brasileira de Robótica, a OBR, realizada simultaneamente em todo o Brasil. Os resultados serão divulgados até o final do primeiro semestre.

Participaram da olimpíada a Escola Municipal Ulisses Falcão Vieira e os Centros de Educação Integral (CEI) José Lamartine,  José Wanderley Dias e Belmiro César. Essa é primeira vez que estudantes da educação em tempo integral encaram o desafio, que tem como objetivo estimular saberes científicos e tecnológicos.

As provas da OBR, dividida em seis níveis conforme a escolaridade do participante, são baseadas na grade curricular e a maior parte das questões não necessita de conhecimento específico em robótica. Os melhores estudantes da escola e do país serão premiados com medalhas.

Desafios diários

Segundo a professora Daniele Cristine Duarte, da escola Municipal CEI José Wanderley Dias, na Barreirinha, esta também é uma das estratégias para elevar a qualidade no ensino na rede. “A robótica educacional está em evidência, pois é uma forma de aprendizagem e inovação que pode auxiliar a elevação dos índices de aprendizagem”, comenta Daniele.

Para auxiliar a preparação dos competidores, a professora criou desafios diários envolvendo conhecimentos de língua portuguesa e matemática. A atividade foi mediada com a construção de um robô, que diariamente seguia para casa de um estudante da turma com a tarefa de cumprir um desafio de escrita e a resolução de problemas.

“Nós fizemos um robô de papelão. Em casa, ele aprendeu a contar números e depois eu e ele ensinamos na sala, para os amigos, como se faz”, explicou Davi Barbosa, de 6 anos.

Sobre a prova, Lucas Padilha, 6 anos, comenta que achou “fácil”. “Adoro os robôs e as perguntas tinham continhas divertidas para achar a resposta”, conta ele.

“Quem ganha com o trabalho de robótica na escola são os alunos que estão aprendendo e irão utilizar futuramente todos esses conceitos em profissões importantes para a ciência e a pesquisa”, destacou a professora Ivone Vilela Hara, da Escola Municipal CEI Belmiro César, no Fanny.

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